Estou fora do ar

29.1.09



Finalmente livre! Desde o dia 19 de janeiro, minha televisão permanece desligada à noite. Sou noveleira, o que posso fazer? Desde minha infância sou louca pelas telenovelas. Sei lá, deve ser algum distúrbio neurológico. Após Retratos da vida, Paraíso tropical, Duas caras e A favorita, posso dormir sossegada! Por falar em favorita, minhas preferidas foram, A gata comeu, Que rei sou eu?, Roque Santeiro, Sassaricando e Cambalacho. Não foram exatamente do horário noturno, nem nessa ordem.

Explico o porquê de Caminho das Índias estar fora da minha rota. Adoro Glória Perez porque odeio suas novelas. Assim, fujo da tentação de acompanhar mais uma novela das oito. Está bem, vá lá, novela das nove, quase dez. As histórias da autora são sempre repetitivas, não que as dos outros autores não sejam, mas a repetição de Glória Perez ganha na chatice.

O amor impossível entre um homem apaixonado e uma mulher prometida a outro que nem ao menos a conhece. Cultura de outros povos, que por um milagre, nesses países falam o Português com perfeição. Panos, muitos tecidos e danças com as mãos. Já foi assim com os ciganos, os árabes e agora os indianos.

Só por alguns meses estarei longe do meu vício. Vamos torcer para que Benedito Rui Barbosa ainda esteja na ativa, esse é outro que me distancia da televisão.

8 comentários:

Ju disse...

Olá!
Muito legal seu blog, como eu faço para me tornar uma leitora?

Felizmente, a internet me livra de olhar todas as novelas :P Haha!

;*

Eugenio Hoch Junior disse...

E não assistindo novelas, o seu cérebro agradece, pois enquanto a Globo manipula a casta ignorante da sociedade dizendo que nestas dramaturgias existe algo a ser considerado como uma lição de vida ou algum serviço prestado, é apenas um engodo (adoro essa palavra)para ludibriar estas fracas pessoas (o mesmo vale para torcedores de futebol). Uma coisa, não entendi seu desenho...Bjs.

Vírgula Antenada disse...

A minha Favorita ainda é Vale Tudo! Se bem que na do Emmanuel Carneiro valeu de tudo, até traficante de armas boazinha regida magistralmente por Giulia Gam. Sou noveleira (2 votos). Queria ter mais tempo, aí poderia ter sacaneado também a Preta Gil atriz. Todo mundo pôde, me deu inveja!
Adorei sua versão Springfield.

valéria mello disse...

Por enquanto estou apenas dando umas espiadas em Caminho das Índias, depois de ter acompanhado as últimas semanas da Favorita.
Sempre que acaba uma novela eu juro que não vou mais ficar presa, mas mesmo sem acompanhar a novela inteira eu não resisto aos últimos capítulos. E quando começam as chamadas de novelas do Manoel Carlos ou do Falabella, eu já me preparo para passar oito meses colada na TV.

Luiza Prestes Karam disse...

Então, fiquei surpresa com tantos comentários, achei que fossem me xingar por ser noveleira, mas encontrei aliados. Também adoro as novelas do Manoel Carlos, mesmo tendo sempre as Helenas. Preta Gil na novela dos Mutantes, não era? O problema continua sendo a Ítala Nandi, insistindo em ser atriz. E quanto ao desenho, como estava sem idéia e queria deixar uma ilustração, fiz algo que lembrasse a Índia, mas no fim, ficou parecendo uma camisinha gigante. Abraço a todos e muito obrigada pelos comentários.

Susana disse...

Hola Luiza! Me alegro que seas una gran fan de Elis Regina... es fantástica! Muito obrigada pel comentário (es correcto?)

Por cierto, que cuando yo era una adolescente, en los años 80, me gustaban mucho las telenovelas de Brazil. Mis favoritas eran "Dancing Days" y "La Esclava Isaura".... sshhh, es un secreto!

Groo disse...

Bom, sinceramente eu não ligo para novelas...rssss. Mas eu já sei o que posso esperar, mesmo sem vê-las ( e especialmente sobre essa "Caminho das Índias"): teremos uma invasão da (rica) cultura hindu no Brasil, com danças, roupas, expressões e gastronomia por uns 8 meses, igual aconteceu em "O Clone" ( Ishiiii Alááááá era repetido à exaustão por aí e a dança do ventre quase substituiu o samba :D).

abs!

Thaís Freitas disse...

O problema é ela pegar uma cultura totalmente diferente da nossa e inverter os valores.

Não podemos ter o olhar brasileiro para questões indianas. E vice-versa.