Encontrei inspiração no blog de José Vitor, Sinopse Inacabada, ao ler o post sobre supermercado do dia 03 de fevereiro (dia de hoje para quem for lá hoje). Viajei no tempo e fui encontrar uma menina bobinha, eu! Em uma determinada aula, na primeira série do primário, a professora perguntou a todos os alunos qual era o dia preferido da semana e o motivo. Eu, como já disse, ingênua, disse que era sábado porque nesse dia a família ia ao supermercado. Era divertido, meu pai deixava eu escolher as guloseimas de que eu mais gostava. É certo que muitas vezes ele comia alguns salgadinhos e chocolates meus.
Passei vexame, metade da sala me achou maluca, a outra metade riu sem parar me achando idiota. Mas não era só isso, eu e meus irmãos brincávamos pelos corredores com os carrinhos quando o supermercado não estava muito cheio. Meu irmão mais velho sempre teve o cuidado de não esbarrar em ninguém. Depois, todos nós nos reuníamos para comer as besteiras em frente à televisão. Programa de índio? Não concordo, para mim era gostoso e me lembro com carinho dessa época. Por ser do primeiro casamento do meu pai, meu irmão mais velho morava com sua mãe. Nos finais de semana ele passava conosco e era ótimo porque ele sempre teve paciência comigo e com meu outro irmão, além de ser muito criativo nas brincadeiras.
Eu não tive cabeça na época para pensar em tudo isso e explicar aos meus amiguinhos de sala. Não era bem o supermercado e sim tudo o que acompanhava o sábado. Sorte a minha não ser filha única. Tinha muitos amigos no prédio onde morava e ainda irmãos para brincarem e brigarem. O sábado ficava mais completo quando aparecia minha quase irmã. Ela é irmã de meu meio-irmão, do segundo casamento da mãe deles. Isso os meus colegas de escola também não entendiam e eu adorava confundi-los. Mas isso é uma outra história que ficará para outro post.
Deixo aqui registrado que continuo gostando de ir ao supermercado e ainda como salgadinho. Ah, Doritos, Fandangos, Cheetos, Ruffles e Pingo d'Ouro com Coca-Cola com um bom filme. Meus ex-colegas devem fazer isso também, mas nenhum deles se lembra da minha história.
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Passei vexame, metade da sala me achou maluca, a outra metade riu sem parar me achando idiota. Mas não era só isso, eu e meus irmãos brincávamos pelos corredores com os carrinhos quando o supermercado não estava muito cheio. Meu irmão mais velho sempre teve o cuidado de não esbarrar em ninguém. Depois, todos nós nos reuníamos para comer as besteiras em frente à televisão. Programa de índio? Não concordo, para mim era gostoso e me lembro com carinho dessa época. Por ser do primeiro casamento do meu pai, meu irmão mais velho morava com sua mãe. Nos finais de semana ele passava conosco e era ótimo porque ele sempre teve paciência comigo e com meu outro irmão, além de ser muito criativo nas brincadeiras.
Eu não tive cabeça na época para pensar em tudo isso e explicar aos meus amiguinhos de sala. Não era bem o supermercado e sim tudo o que acompanhava o sábado. Sorte a minha não ser filha única. Tinha muitos amigos no prédio onde morava e ainda irmãos para brincarem e brigarem. O sábado ficava mais completo quando aparecia minha quase irmã. Ela é irmã de meu meio-irmão, do segundo casamento da mãe deles. Isso os meus colegas de escola também não entendiam e eu adorava confundi-los. Mas isso é uma outra história que ficará para outro post.
Deixo aqui registrado que continuo gostando de ir ao supermercado e ainda como salgadinho. Ah, Doritos, Fandangos, Cheetos, Ruffles e Pingo d'Ouro com Coca-Cola com um bom filme. Meus ex-colegas devem fazer isso também, mas nenhum deles se lembra da minha história.